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1993 - No ano da fundação, o Escravos da Mauá desfilou com um samba que falava sobre o tempo em que o mercado de escravos ficava na região portuária (na atual rua Camerino, bairro da Gamboa) e comparava a chegada dos navios negreiros de então com a dos navios dos "gringos" que, séculos mais tarde, atracavam na Praça Mauá. |
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1994 - Nesse ano, os Escravos se integraram ao Programa de Ação da Cidadania Contra a Miséria e pela Vida. A arrecadação dos eventos pré-carnavalescos realizados pelo Comitê INT foi revertida para a campanha. |
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1995 - Os Escravos se aliaram ao Centro Cultural José Bonifácio, centro municipal de memória e referência da cultura negra, localizado na região portuária. O desfile do bloco terminou no evento Carnaval da Gamboa, realizado pela Prefeitura, do qual participaram também diversos blocos afros e carnavalescos, grupos de jongo e bumba-meu-boi e a Escola de Samba Vizinha Faladeira, cuja quadra fica no bairro do Santo Cristo. |
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1996 - Os Escravos receberam o apoio do pessoal do Cabaré Kalesa, local onde foram realizados eventos de divulgação da região e de sua importância histórica e cultural para a cidade. |
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1997 - Nesse ano, o bloco se inseriu no projeto cultural CIRCUITO MAUÁ, que incluíu a produção de Cd-Rom e "site" na Internet sobre os bairros portuários da cidade, além da realização (e gravação em vídeo para o Cd-Rom) de diversos eventos com grupos ligados à cultura popular na região: Afoxé Filhos de Gandhi (com sede no bairro da Saúde), Jongo da Serrinha, Bumba-meu-boi de Mestre Manoel Estevão, grupos de Capoeira de Angola, Escola Vizinha Faladeira (com quadra em Santo Cristo) e o próprio bloco Escravos da Mauá.
Nesse ano, as atividades dos Escravos da Mauá extrapolaram o carnaval, com a inauguração das RODAS DE SAMBA no Largo de São Francisco da Prainha, toda última sexta-feira de cada mes. |
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1998 - Dando continuidade ao projeto cultural CIRCUITO MAUÁ, os Escravos homenagearam os sambistas e grupos afro-brasileiros que participaram do Cd-Rom. |
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1999 - O bloco desfilou exorcizando as chuvas de verão e o incêndio que destruiu o bar que, desde a fundação dos Escravos da Mauá, sediava as rodas de samba e os ensaios do bloco. |
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E... enquanto não chega o próximo carnaval, podemos nos encontrar nas rodas de samba animadas pelo Fabuloso Grupo Eu Canto Samba: toda última sexta-feira de cada mês, a partir das 19 horas, no Largo de São Francisco da Prainha.
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